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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Primavera e a sua esperança


"Não se pode dizer para a primavera? 
'tomara que chegue logo e dure bastante'.
Pode-se apenas dizer:
 'venha, me abençoe com sua esperança, e fique o máximo de tempo que puder'.

Paulo Coelho

Que a Primavera traga renovação a vida de vocês



quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Não sabemos ser felizes



"Acreditamos que vamos encontrar a felicidade no amor, mas não é tão simples. O que às vezes buscamos de fato é ter alguém ao lado – o que pode complicar nossos planos no que concerne à felicidade. Recriamos nos relacionamentos adultos alguns sentimentos que conhecemos na infância. 

É nessa fase que aprendemos e entendemos pela primeira vez o que o amor significa. Mas, infelizmente, essas lições podem não ser úteis quando crescemos. O amor que conhecemos quando crianças pode vir junto com outros sentimentos, como controle, humilhação, abandono, falta de comunicação, sofrimento. Quando adultos, podemos rejeitar bons candidatos não porque eles são errados, mas porque são muito equilibrados (maduros, compreensivos, confiáveis), e isso nos parece estranho e nada familiar, quase opressivo. 

Procuramos, então, candidatos pelos quais nosso subconsciente é atraído, não porque vão nos agradar, mas porque vão nos frustrar de forma já familiar. Casamos com a pessoa errada porque a certa parece errada – não merecemos; não temos a experiência do saudável, porque, em última análise, não associamos ser amados com sentimentos de satisfação. "

Trecho da reflexão A pessoa certa existe? Da Revista Vida Simples, tirado daqui



terça-feira, 13 de setembro de 2016

Os domingos precisam de feriados


"Toda sexta-feira à noite começa o shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino, no sétimo dia da Criação. Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.

Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta. Hoje, o tempo de ‘pausa’ é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações ‘para não nos ocuparmos’. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão. O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo.

Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim. Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado.

Nossos namorados querem ‘ficar’, trocando o ‘ser’ pelo ‘estar’. Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI – um dia seremos nossos? Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos.

Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair – literalmente, ficar desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é ‘o que vamos fazer hoje?’ – já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de domingo.

Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande ‘radical livre’ que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria. Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar. Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído."

Nilton Bonder, tirado daqui



domingo, 11 de setembro de 2016

Em seu próprio tempo


Alguns estão solteiros. Alguns estão casados e esperaram 10 anos para ter um filho, e outros tiveram um filho depois de um ano de casados. 
Alguns se formaram aos 22 anos, e esperaram 5 anos para conseguir um bom emprego. Outros se formaram aos 27 e encontraram o emprego de seus sonhos imediatamente!
Alguns se tornaram presidentes de grandes empresas aos 25 e morreram aos 50, enquanto outros se tornaram presidentes aos 50, e viveram até os 90.
Cada um trabalha com seu próprio “fuso horário”. As pessoas conseguem lidar com situações apenas de acordo com seu próprio tempo. Trabalhe com o seu próprio tempo. 
Seus colegas, amigos, e conhecidos mais jovens podem parecer estar “a frente” de você, e outros podem parecer estar “atrás”.
Não os inveje nem zombe deles. Estão em seu próprio tempo. E você está no seu!
Segure firme, seja forte, e seja verdadeiro consigo mesmo. Tudo irá conspirar ao seu favor. Você não está atrasado, nem adiantado, você está exatamente na hora certa!

Sri Ravi Shankar



sexta-feira, 9 de setembro de 2016

O balanço da vida


"Cada situação tem seu tempo e cada pessoa também. Não adianta forçar a barra e entrar em círculos frenéticos de ansiedade, porque nada disso vai ajudar.
O tempo é o senhor da vida. Ele cura, traz a tona as verdades, testa a determinação e persistência, mas acima de tudo ele é um excelente professor.
Quem tem paciência para esperar a colheita também tem a sabedoria para aproveitá-la.
Por isso, não adianta correr freneticamente em direção a algo se você não estiver pronto para recebê-lo. Não adianta arrancar cabelos, roer unhas, não dormir, viver ansioso. Simplesmente, não adianta.
O melhor é continuar caminhando e percebendo o fluxo que se apresenta. E durante essa caminhada, mensagens serão assimiladas e conexões importantíssimas serão realizadas, as quais posteriormente, no momento da colheita, serão usufruídas.
Aproveite a jornada! Ponha o rosto para fora da janela, sinta a brisa tocar a face, aprecie as pessoas e paisagens, prove do novo e aprenda com o velho. Sempre se mantendo alerta no PRESENTE e vivendo um dia após o outro.
A dança da vida é assim: uns passos para frente e tantos outros para trás."
❤️
Rosana Kalil 


domingo, 4 de setembro de 2016

Ser o que se pode é a felicidade


"Ser o que se pode é a felicidade.
Não adianta sonhar com o que é feito apenas de fantasia
e querer aspirar o impossível.
A felicidade é a aceitação do que se é e se pode ser."

Do livro O filho de Mil Homens de Valter Hugo Mãe



segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Tome uma dose de 220w


"Tome aí uma “dose” de “220w”

Se estiver no meio de uma tempestade, parabéns! Eis a situação ideal para fabricar sua própria felicidade.

Aproveite o “vendaval” e “decole”! Ligue as turbinas! Energize-se, “se ligue” no 220! A felicidade só pode acontecer através da AÇÃO.

A energia que você põe na vida determina o que a vida devolve para você. Quando você energiza seus procedimentos, seus pensamentos e seu coração, só pode acontecer algo bom.

Nas facilidades, as pessoas se engessam psicologicamente. Um falso conforto se instala. Vão perdendo a solidariedade, a alegria das sutilezas e até o sentido da vida lhes escapa.

Permita-se levar um “choque” e deixe o mundo “chocado” com seu poder de se reerguer!"

Fábio Dummer