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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

O grito


"....Podemos passar anos nos dedicando a um emprego sabendo que ele
não trará recompensa emocional. Podemos conviver
com uma pessoa mesmo sabendo que ela não merece confiança.
Fazemos essas escolhas por serem as mais sensatas ou práticas, mas nem sempre
elas estão de acordo com os gritos de dentro, aquelas vozes que dizem:
vá por este caminho, se preferir, mas você nasceu para o caminho oposto.
Até mesmo a felicidade, tão propagada, pode ser uma opção contrária ao que
intimamente desejamos. Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como
o esperado e é feliz, puxa, como é feliz. 
E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz, queria viver!
Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto.
Sabe. Eu não sei porque sou assim. Sabe..."

Trecho da crônica de Martha Medeiros O grito



terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Filme: Henri Henri


Do festival  de cinema francês que comentei aqui, assisti mais um filme,
dessa vez foi o Henri Henri. Filme delicado e sensível, que conta sobre um menino
orfão, chamado Henri que viveu até adulto em um orfanato trocando lâmpadas.
Henri, acredita que esse seja o seu dom, levar a luz a vida das pessoas.

Tímido, inocente, solitário, Henri se vê forçado a deixar o orfanato e enfrentar
sozinho a vida. Arruma um trabalho em uma loja de iluminação, e 
 se depara pela primeira vez com o amor.
Henri se apaixonada por Helen, uma atendente de cinema, 
que perdeu a graça pela vida, por um problema que lhe aconteceu. 
A vida de Henri e das pessoas ao seu redor não são perfeitas, pelo contrário.
Mas Henri com sua simplicidade e seu amor ao próximo, 
nos deixa claro que podemos ser luzes na vida das pessoas.

Fotografia linda, personagens fofos e pra mim entrou na lista dos meus favoritos.

Ainda dá tempo de assistir o Festival vai até o dia 18 de Fevereiro, é só ir até o site








sábado, 6 de fevereiro de 2016

A importância da auto estima


"A forma como nos sentimos acerca de nós mesmos é algo que afeta crucialmente todos os aspectos da nossa experiência, desde a maneira como agimos no trabalho, no amor e no sexo, até o modo como atuamos como pais, e até aonde provavelmente subiremos na vida. 

Nossas reações aos acontecimentos do cotidiano são determinadas por quem e pelo que pensamos que somos. 

Os dramas da nossa vida são reflexo das visões mais íntimas que temos de nós mesmos. 

Assim, a auto-estima é a chave para o sucesso ou para o fracasso. É também a chave para entendermos a nós mesmos e aos outros.
De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. A auto-estima positiva é requisito importante para uma vida satisfatória.

A auto-estima é a soma da autoconfiança com o auto-respeito. Ela reflete o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida -entender e dominar os problemas - e o direito de ser feliz - respeitar e defender os próprios interesses e necessidades.

Ter uma auto-estima elevada é sentir-se confiantemente adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabamos de citar. Ter uma auto-estima baixa é sentir-se inadequado à vida, errado, não sobre este ou aquele assunto, mas errado como pessoa.

Ter uma auto-estima média é flutuar entre sentir-se adequado ou inadequado, certo ou errado como pessoa e manifestar essa inconsistência no comportamento – às vezes agindo com sabedoria, às vezes como tolo – reforçando, portanto, a incerteza.
Inúmeras de pessoas sofrem de sentimentos de inadequação, insegurança, dúvida, culpa e medo de uma participação plena na vida – um sentimento vago de “eu não sou suficiente”. Esses sentimentos nem sempre são reconhecidos e confirmados de imediato, mas eles existem.

Quanto maior a nossa auto-estima, mais bem equipados estaremos para lidar com as adversidades da vida; quanto mais flexíveis formos, mais resistiremos à pressão de sucumbir ao desespero ou à derrota. Quanto maior a nossa auto-estima, maior a probabilidade de sermos criativos em nosso trabalho, ou seja, maior a probabilidade de obtermos sucesso. 

Quanto maior a nossa auto-estima, mais ambiciosos tenderemos a ser, não necessariamente na carreira ou em assuntos financeiros, mas em termos das experiências que esperamos vivenciar de maneira emocional, criativa ou espiritual. 

Quanto maior a nossa auto-estima, maiores serão as nossas possibilidades de manter relações saudáveis, em vez de destrutivas, pois, assim como o amor atrai o amor, a saúde atrai a saúde, e a vitalidade e a comunicabilidade atraem mais do que o vazio e o oportunismo.

Quanto maior a nossa auto-estima, mais inclinados estaremos a tratar os outros com respeito, benevolência e boa vontade, pois não os vemos como ameaça, não nos sentimos como “estranhos e amedrontados num mundo que nós jamais criamos” (citando um poema de A. E. Housman), uma vez que o auto-respeito é o fundamento do respeito pelos outros. 

Quanto maior a nossa auto-estima, mais alegria teremos pelo simples fato de ser, de despertar pela manhã, de viver dentro dos nossos próprios corpos. São essas as recompensas que a nossa autoconfiança e o nosso auto-respeito nos oferecem.

Vamos nos aprofundar mais no significado do conceito de auto-estima. Auto-estima, seja qual for o nível, é uma experiência íntima; reside no cerne do nosso ser. É o que EU penso e sinto sobre mim mesmo, não o que o outro pensa e sente sobre mim.

Quando crianças, nossa autoconfiança e nosso auto-respeito podem ser alimentados ou destruídos pelos adultos – conforme tenhamos sido respeitados, amados, valorizados e encorajados a confiar em nós mesmos. Mas, em nossos primeiros anos de vida, nossas escolhas e decisões são muito importantes para o desenvolvimento futuro.

Se ter auto-estima é julgar que sou adequado à vida, à experiência da competência e do valor, se auto-estima é a auto-afirmação da consciência, de uma mente que confia em si, então ninguém pode gerar essa experiência a não ser eu mesmo.
Quando avaliamos a verdadeira natureza da auto-estima, vemos que ela não é competitiva ou comparativa."

Trecho de um post do blog Amigos do Freud





sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Acho a maior graça



"Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...  Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.  Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde. 
Prazer faz muito bem.  Dormir me deixa 0 km.  Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.  Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos. Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias. 
 Brigar me provoca arritmia cardíaca.  Ver pessoas tendo acessos de estupidez me  embrulha o estômago.  Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.  E telejornais... Os médicos deveriam proibir - como doem! 
 Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo,  faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.  Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!  E passar o resto do dia sem coragem para pedir  desculpas, pior ainda! 
 Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.  Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!  
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!  Conversa é melhor do que piada.  Exercício é melhor do que cirurgia.  Humor é melhor do que rancor.  Amigos são melhores do que gente influente.  Economia é melhor do que dívida.  Pergunta é melhor do que dúvida.  Sonhar é melhor do que nada!"

Martha Medeiros




terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Ser feliz é viver confortável em si mesmo


"Nunca me ative ás sugestões românticas de felicidade.
Prefiro a compreensão que descredencia as ilusões que o romantismo comporta.
Simplifico sem ser simplista. Ser feliz é viver confortável em si mesmo.
Labor diário de endireitar caminhos, dispensar excessos, selecionar realidades
e pessoas que nos ajudem a construir o conforto existencial.
E por elas fazer o mesmo. 
A brevidade da vida nos pede esta sabedoria.
O momento presente precisa ser percebido. É nele que identificamos
se o contexto de nossas escolhas nos favorecem , ou não.
Nunca é tarde para mudar os rumos da vida que vivemos.
Mudar peças de lugar, reinterpretar a importância que se dá as pessoas,
reconciliar-se com os erros cometidos, pedir perdão a si mesmo, 
corrigir o que ainda for possível, não temer o sofrimento da restrição que desata nas amarras
dos vícios, favorecer a ação de Deus.
Só assim a felicidade é possível. Revirando o baú das mesmices, tomando
consciência do comportamento autodestrutivo que alimentamos sem perceber"

Fábio de Melo





sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Um Encontro ás Cegas


Como dica para o final de semana, trago um filme francês
(Eu simplesmente AMO filmes franceses) e pra quem como eu também gosta,
a 6º edição do Festival Francês, está até o dia 18 de Fevereiro, com filmes online grátis.
Basta fazer um cadastro bem rapidinho de email e senha e você já pode assistir, algumas coisas
bem deliciosas que tem por ali.

Eu comecei com um filme comédia romântica chamado Um Encontro ás Cegas,
que fala de um casal que mora em apartamentos lado a lado, em prédios diferentes,
mas que por uma falha arquitetônica, escutam TUDO, mas tudo mesmo 
o que o outro faz. Ele é um inventor, que perdeu a mulher a 7 anos atrás e desistiu
da vida social. Ela uma pianista talentosa mas que por algum motivo não consegue
ir muito além de dar aulas.

Um precisa do silêncio para criar e o outro precisa treinar sua música.
A solução? Criar turnos de trabalho. Com horários demarcados. Sem qualquer minuto
de tolerância. Será que isso vai dar certo?



O que eu mais gosto dos filmes franceses, são a sua delicadeza.
Sem maldades, sem joguinhos. 
Delicia de filme, delicia de festival.

Aproveitem!
O link do festival é esse aqui







terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Quais são os muros que limitam sua prosperidade?


"Muitas vezes não percebemos, mas existem pessoas que sofrem por criarem muros internos que as impedem de prosperar na vida. Geralmente, essas barreiras imaginárias são levantadas do dia para a noite e as razões para elas surgirem são diversas. Por exemplo, uma manhã você levanta da cama e coloca na sua cabeça que você nunca vai conseguir aprender um segundo idioma e, mesmo depois de dois anos de curso, você acha que não está saindo do lugar, pois não tem capacidade para isso.

Diariamente, as pessoas criam muros que as impedem de ir além, isso por que, quando elas mentalizam uma dificuldade, elas se sentem desmotivadas e incapacitadas de seguir em frente e por conta disso vivem em um constante bate e volta. A consequência disso é uma vida limitada e presa, ou seja, a pessoa se sente incapaz de crescer e prosperar.

Para lidar com esse problema, é preciso olhar para os muros internos que temos, que podem ser diversos, sejam eles relacionados a carreira, dinheiro, família ou relacionamentos, e se esforçar para enxergar por cima deles. Tenha a clareza de que sempre existe uma forma de seguir em frente e que as pessoas capazes de ir além são aquelas que olham esses muros e conseguem dar o próximo passo, seja pulando ou até mesmo derrubando-os.

Quando penso nesse tema, gosto muito de lembrar da história do Henry Ford, que popularizou o automóvel, mas que no início ouviu que a sua ideia era maluca, pois nunca teríamos estradas suficientes para os carros passarem. Ao ouvir isso, ele apenas disse que no dia em que o mundo conhecesse os carros dele, as pessoas construiriam estradas.

Isso é o que eu chamo de pular o seu muro. Aliás, qualquer pessoa tem a capacidade de fazer o mesmo, basta olhar para as barreiras que você está criando e enxergar que, se tem alguém fazendo, você também consegue. Melhor ainda, você pode se desafiar e ir muito além de tudo o que já fizeram ou criaram.

O grande problema é que, geralmente, quem faz com que você crie esses muros são pessoas que estão ao seu redor, como colegas de trabalho, amigos ou familiares, que tentam te convencer de que a sua ideia não é boa. Nesse caso a minha dica é simples, ignore-os completamente. Quem deseja prosperar na vida precisa se unir a quem pode te ajudar a seguir em frente.

A partir do momento em que criamos diversos muros em nossa cabeça, ficamos completamente parados no tempo, na sua prosperidade e em todas as áreas da vida. Apesar disso, mentalize que é possível ter mais tempo, ter uma carreira e uma vida com mais qualidade, basta enxergar quais são as barreiras internas que você está criando, derrubá-las e seguir em frente."

Fonte: Administradores, daqui