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quinta-feira, 23 de junho de 2016

7 belas lógicas


1-) Faça as pazes com o seu passado, assim você não estragará o seu presente.
2-) O que os outros pensam de ti não lhe diz respeito.
3-) O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
4-) Ninguém é motivo para sua felicidade senão você mesmo.
5-) Não compare sua vida com as dos outros. Você não tem ideia de como foram trilhadas.
6-) Pare de pensar muito. Você não precisa saber todas as respostas.
7-) Sorria, pois você não tem todos os problemas do mundo.

Encontrei essas 7 lógicas na página de Facebook do Viajantes Solitários.
Achei que nos parecem tão obvias e simples, mas na prática, muitas vezes
tão difícil, não é mesmo?  Vale a pena reler, reler e reler.





domingo, 19 de junho de 2016

Filme: Na Natureza Selvagem


Hoje venho indicar pra vocês um livro e um filme, o Na Natureza Selvagem,
uma história biográfica de Christopher McCandless que tem uma vida aparentemente
boa, mora com seus pais, tem a oportunidade de se formar e continuar seus estudos em uma boa
faculdade, tem uma irmã querida, mas por algum motivo resolve largar tudo isso
e se aventurar para o mundo, deixando para trás todo o seu conforto, dinheiro, carro,
carreira e viver sem nenhuma programação a não ser ter o seu destino final o Alasca.

Christopher, não pretende ser encontrado pela sua família, não deixa rastros, nem mantem
contato. E ao longo de sua caminhada, encontra pessoas especiais, mas ainda
assim mantem seu modo de viver. Nem dinheiro Christopher quer. 



O filme, que também é um livro, mostra a jornada de autoconhecimento de um jovem
que vai contra todo o sistema. E nos leva a vários questionamentos.
É preciso ir contra tudo e todos? Ou realmente somos todos produtos de uma sociedade?
Precisamos de pessoas para viver? Ou melhor viver sozinho sem qualquer tipo de apego?
Toda escolha tem a sua consequência. 

A trilha sonora é maravilhosa, toda do cantor Eddie Vedder (Vocalista da banda de Rock Pearl Jam)

A fotografia é incrível e o filme todo é cheio de frases para refletirmos.

Uma vida mansa e isolada no interior, com a possibilidade de ser útil a quem é fácil ser bom, pessoas que não estão acostumadas a ser servidas. E trabalhar com algo que pode ser útil. Além de descansar, natureza, livros, música, amar seu próximo. Essa é a minha ideia de felicidade. E, então, acima de tudo, você como parceira e, quem sabe, filhos. O que mais o coração de um homem pode desejar?

Chris avaliava a si mesmo e as pessoas ao redor com um código moral tremendamente rigoroso. Ele se arriscava a tomar um caminho extremamente solitário, mas achou companhia nos personagens dos livros que amava, de escritores como Tolstoi, Jack London e Thoreau. Ele sabia citar suas palavras em qualquer ocasião e sempre o fazia.

O amor? Não sei! Ele nos prende, também!
Sabe o que eu acho?
Mais que o amor, o dinheiro, a fé, a fama, a beleza me dêem a verdade.
A verdade nos torna livre e deixa as pessoas livres!

Eu amei e recomendo.
Tem disponível no Nextflix! 











domingo, 12 de junho de 2016

Você é o que fala


"Um monge zen costumava gritar alto todas as manhãs: 
"Bokuju, onde você está?"
(Bokuju era o seu próprio nome.)
E ele mesmo respondia: 
"Estou aqui."
E continuava: 
"Bokuju, lembre-se, um outro dia lhe é dado...
fique consciente, alerta 
e não seja tolo!"
E ele mesmo respondia: 
"Sim, senhor, tentarei dar o melhor de mim."
Porém, não havia mais ninguém ali!
Ele perguntava, ele respondia...
Seus discípulos começaram a pensar que ele tinha enlouquecido, 
mas ele estava somente representando 
um mono-drama.
E essa é a situação interior.
Você é o que fala e o que escuta,
é o que comanda e o comandado."

Osho - Nem água nem Lua


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Pelos direitos dos meninos



PELOS DIREITOS DOS MENINOS

"Que nenhum menino seja coagido pelo pai a ter a primeira relação sexual da vida dele com uma prostituta (isso ainda acontece muito nos interiores do Brasil!)
Que nenhum menino seja exposto à pornografia precocemente para estimular sua “macheza” quando o que ele quer ver é só desenho animado infantil (isso acontece em todo lugar!)
Que ele possa aprender a dançar livremente, sem que lhe digam que isso é coisa de menina
Que ele possa chorar quando se sentir emocionado, e que não lhe digam que isso é coisa de menina
Que não lhe ensinem a ser cavalheiro, mas educado e solidário, 
com meninas e com os outros meninos também
Que ele aprenda a não se sentir inferior quando uma menina for melhor que ele em alguma habilidade específica – já que ele entende que homens e mulheres são igualmente capazes intelectualmente e não é vergonha nenhuma perder para uma menina em alguma coisa

Que ele aprenda a cozinhar, lavar prato, limpar o chão para quando tiver sua casa poder dividir as tarefas com sua mulher – e também ensinar isso aos seus filhos e filhas
Na adolescência, que não lhe estimulem a ser agressivo na paquera, a puxar as meninas pelo braço ou cabelos nas boates, ou a falar obscenidades no ouvido de uma garota só porque ela está de minisaia
Que ele não tenha que transar com qualquer mulher que queira transar com ele, que se sinta livre para negar quando não estiver a fim – sem pressão dos amigos

Que ele possa sonhar com casar e ser pai, sem ser criticado por isso. E, quando adulto, que possa decidir com sua mulher quem é que vai ficar mais tempo em casa – sem a prerrogativa de que ele é obrigado a prover o sustento e ela é que tem que cuidar da cria
Que, ao longo do seu crescimento, se ele perceber que ama meninos e não meninas, que ele sinta confiança na mãe – e também no pai! – para falar com eles sobre isso e ser compreendido

Que todo menino seja educado para ser um cara legal, um ser humano livre e com profundo respeito pelos outros. E não um machão insensível! Acredito que se todos os meninos forem criados assim eles se tornarão homens mais felizes. 

E as mulheres também serão mais felizes ao lado de homens assim. E o mundo inteiro será mais feliz.
O machismo não faz mal só às mulheres, mas aos homens também, à humanidade toda.
Meu ativismo político é a favor da alegria. Só isso."

Texto de Sílvia Amélia de Araujo

segunda-feira, 30 de maio de 2016

A criança interna ferida



"Tente lembrar de quando você era criança. Do que você se lembra?
Da escola? das brincadeiras? dos amigos? da casa onde morava? das viagens que fez?
Quando falamos em infância, pensamos apenas na alegria e na pureza das crianças. E quando pensamos na nossa infância, tentamos nos reconectar somente com essa pureza. Com essas alegrias que ficaram para trás em algum momento.
Mas lá atrás também aconteceram coisas que nos machucaram. Tivemos traumas. Choramos. Sofremos. E aprendemos coisas de uma forma que talvez não fosse a que gostaríamos de ter aprendido.
Essa criança aprendeu a viver a partir desses traumas.
Aprendeu a chorar quando queria leite.
Aprendeu a fazer bico quando não davam o que queriam.
Aprendeu a se isolar no quarto quando era reprimida.
Aprendeu a gritar para ser escutada.
Aprendeu a correr e fugir da briga.
Aprendeu a se armar e ir para o combate.
E assim foram conseguindo se manter vivas.
Com essas defesas conseguimos passar mais um ano aqui na Terra.
E fomos mesclando alegrias com essas defesas. Mesclando diversões com choro, brincadeiras com gritos, amor com bico, histórias vividas e historinhas antes de dormir com fugas, risadas com quartos trancados…
E aí sem menos perceber já éramos adultos.
Absorvemos crenças, assumimos responsabilidades, tentamos nos tornar independentes.
E nos esquecemos da criança que já fomos.
Às vezes nos damos conta disso e tentamos nos lembrar dessa criança. Tentamos resgatar a criança interna.
Mas na verdade, não precisamos nos lembra e nem tentar resgatar.
Nós ainda somos essas crianças.
Somos essa mesma criança, mas nos cobrimos de argila. Jogamos por cima dessa criança um monte de crenças, responsabilidades, ideias falsas de quem somos, máscaras, mentiras e rótulos.
E nesse processo de se conectar com a criança interna, não olhe apenas para as brincadeiras que fazia, pras coisas legais e para as boas lembranças.
Olhe para a criança ferida.
Aquela que chorava, esperneava, corria, gritava e fugia.
Reconecte-se com esses momentos.
E perdoe a si mesmo. Não se culpe. Não queira que as coisas tenham sido diferentes.
Quando você olha para essa criança com um outro olhar, você pode ressiginificar todos os traumas que teve.
Você coloca luz onde existe sombra. E a luz dissolve a sombra.
E pouco a pouco, você vai removendo cada trauma.
E com cada trauma que se vai, liberta-se um pouco mais de quem você é.
Você é essa criança amorosa.
Você é amor.
Amor não é algo que você ganha em troca. Não é algo que alguém te dá.
Amor é o que você é.
Não tente se lembrar de quem você foi. Apenas seja quem você já é." 

Gustavo Tanaka, daqui


quinta-feira, 26 de maio de 2016

Livro: Grande Magia


Das últimas boas leituras que li, tenho para indicar o livro 
da Elizabeth Gilbert, Grande Magia. Pra quem não se recorda ou não sabe
ela é autora do livro Comer, Rezar e Amar que virou filme com a Julia Roberts.

O livro fala sobre a vida criativa. de uma maneira muito gostosa
e simples, como podemos viver motivados pela curiosidade e não deixarmos
o medo nos envolver tanto. Aqui não há receitas prontas, a simplicidade é a chave do negócio.
É estar atento as suas intuições, aos seus sonhos, se preparar para receber o melhor da vida
e claro acreditar que merecemos o melhor da vida. 
Elizabeth é muita clara ao dizer que todos os dias há novas e maravilhosas ideias
á procura de colaboradores humanos. E aí nos vem a pergunta: Você, você mesmo
que está lendo esse post, está preparado para novas ideias? Está preparado para realizar
seus sonhos e desejos? Está disponível para o que a vida pode lhe trazer?

Partindo do obvio, se você não estiver preparado e se achar merecedor a vida
irá procurar quem esteja. Simples assim ou não, não é mesmo?
Muitas vezes somos sabotadores de nós mesmos.

No fim entendemos que só depende de nós mesmos ter ou não uma vida criativa.
Mas não pense que mesmo estando preparado, a vida será apenas coisas boas.
O equilíbrio faz parte da vida, com seus altos e baixos, mas aí que entra a vida criativa.
Como você irá lidar com esses altos e baixos? O que irá tirar desses momentos?

Aqui a Liz, conta suas experiências e de pessoas próximas o que faz a leitura
ser prazerosa e sem aquela mundo cor-de-rosa onde tudo na vida do outro acontece 
de forma fácil e somente com sucesso.

Quer sucesso? Aprenda a lidar com o fracasso. O problema é que desistimos
exatamente quando a coisa está ficando interessante. Quando o fracasso está ali dando as caras.

Amei o livro, está entre meus favoritos e terminei cheia de anotações.

Termino com uma frase no mínimo interessante da Liz, no livro.

"Tudo estava em seu devido lugar - na mais perfeita ordem e definitivamente resolvido.
Acontece que não existe ordem perfeita e nem nada é definitivo"

Recomendo! 




domingo, 22 de maio de 2016

Não importa o que fizeram com você


"Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: "Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você." Pare. Leia de novo e pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim."

Rubem Alves