terça-feira, 26 de maio de 2015

É fácil ser gostosa em capa de revista.




- É fácil ser gostosa em capa de revista.

Mas quem disse que as verdadeiras gostosas estão por lá? 

Com certa freqüência, escuto esta frase. Em tempos de Photoshop, é fácil parecer atraente. O que há de errado nestas falas então? Tudo. Desde o mais básico princípio. A aceitação, sem questionamento, de um padrão fora da realidade. Da minha, pelo menos.

Ao dicionário então. Gostosa: que possui sabor; que dá prazer. Fica um pouco mais óbvio, não? É uma questão de atitude. Postura. Auto-conhecimento. Ponto final. Aos descrentes, discutirão em vão. Sou sempre sincero. Até demais.

E neste caso, não há dúvidas. I'm all about that bass.

Fonte: Homem Que Sente



segunda-feira, 25 de maio de 2015

Corações de Vidro


...."Estes corações são preciosos. Trazem uma transparência rara, algo tão 
em falta atualmente. Porque, pelo mundo, encontramos muitas outras espécies.
De pedra. De espinhos. Ás vezes, de nada. Apenas vazios.
São os riscos de nadarmos em peitos alheios. 
Mas os corações de vidro trazem também uma característica única.
Facilmente se partem, consequências de sua delicadeza.
Por isso são, inclusive capazes de certas alquimias. 
Ora são cristais. Ora são caixas de grosso chumbo, fechadas pelo medo.
Mas eles sabem: no fim, vale mais a transparência, mesmo com toda sua fragilidade.
Por um simples motivo: estes corações, por quebrarem, sabem o quanto dói.
Aprendem, assim, algo chamado respeito. Por si, isso já basta, isso já faz,
do vidro, ouro puro"...

Matheus Jacob, Homem que sente



sexta-feira, 22 de maio de 2015

Acumulação de bens materiais


"Quando dependemos da acumulação de bens materiais para ser felizes,
podemos alimentar o desejo insaciável de ter sempre mais,
o que nos deixará tristes, com vazio espiritual.
Preencha esse vazio com buscas espirituais, como o Yoga".

1001 pérolas de Sabedoria da Yoga 


Acredito que qualquer coisa que saia dessa busca material 
já é válido.






quarta-feira, 20 de maio de 2015

O que eu aprendi com o meu cachorrinho


Aqui em casa, tivemos 2 cachorros quando eu era criança, mas confesso que 
não soube cuidar muito bem deles. 
Quando eu me casei, meu marido que até então sempre teve animais de estimação,
quis um, mas minha casa nunca foi uma casa de animais. 
Resolvemos ter essa experiência a 2 anos atrás. 
Hoje meu companheiro (que faz 2 anos agora dia 30 de Maio) me ensinou tanta coisa:
O Tobias, um shitzu fofo e que só falta falar me fez aprender que:

- Que não importa, podemos brigar mais ainda assim amar e esquecer no mesmo instante
as mágoas. No fim, ele está sempre ali com seu carinho e amor.
- Que não importa, quanto estressante foi o dia, sempre, podemos brincar um pouquinho
e descontrair o ambiente.
- Que não importa o que temos para fazer: Assistir Tv, ler, fazer a unha, o mais gostoso
de tudo é estar sempre juntinho de quem amamos. 
- Que a maior delícia da vida é chegar em casa e ter alguém te esperando com todo o seu amor.
- Que precisamos cuidar dos nossos pensamentos e energia da nossa casa, para que
nossos animaizinhos e plantas não sofram com  essas energias negativas.
- Que animais são infinitamente mais inteligentes, sensíveis e amorosos que muitos seres humanos.
- Que as coisas mais legais são as mais simples
- Que podemos amar muito além do que imaginamos.
- E sim, um animal é uma vida, o amamos com um ser da família e devemos respeitá-los.

Gratidão meu querido Tobias, por tudo o que tem me ensinado.







terça-feira, 19 de maio de 2015

Eu desejo esperança renovada


"Eu desejo esperança renovada. Desejo que a sua capacidade de se encantar com a vida jamais adormeça. Aliás, acho que "jamais" é pedir muito, pois todos sabemos que encarar a vida de frente não é fácil. Então, desejo que ao adormecer, a sua capacidade de encanto tenha o sono mais breve possível. Apenas o tempo necessário para que você perceba as inúmeras outras possibilidades que existem, a oportunidade do recomeço. Existe um presente melhor do que poder se reinventar? E a vida te deu esse presente. Não seja bobo, desembrulhe."

Isabel Moraes



domingo, 17 de maio de 2015

Indicação de filme e livro: Livre



"Usei sexo e drogas como consolo para a dor", frase de Cheryl Strayed
que caminhou quilômetros pelo deserto dos Estados Unidos em uma jornada de 
autoconhecimento. Seu pai era violento, bebia e batia em sua mãe. Sua mãe
uma mulher otimista apesar da dura vida, faleceu aos 45 anos de câncer e Cheryl
se vê sozinha com o irmão aos 22 anos. Nessa época era casada, mais fez suas
escolhas erradas, indo atrás de drogas e sexo para esquecer suas dores.
Cheryl escreveu toda a sua história no livro Livre, que acabou virando filme
nas mãos da atriz Reese Witherspoon (que alias na minha opinião estava ótima no papel).
Nessa caminhada, sem grandes preparos e enfrentando todos os desafios sozinha,
Cheryl se confronta com todos os seus medos, culpas, dores, alegrias.
Como ela mesma diz: ela tem a oportunidade de visitar novamente
todos os cantos de sua mente. 


"O medo em grande parte, é nascido
de uma história que contamos
a nós mesmos".


Vale muito a pena ler ou assistir ao filme,
confesso que não cheguei a ler o
livro, que vem com mais informações
sobre a verdadeira história de Cheryl.


" Não há como saber o que faz algo acontecer, ao invés de outra coisa.
O que leva a algo. O que destrói algo.
O que faz algo florescer ou morrer. Ou tomar outro rumo.

E se eu me perdoar?
E se eu sentisse muito?

Mas se eu pudesse voltar no tempo, não faria nada diferente.
E se eu quisesse dormir com cada um daqueles homens?
E se a heroína me ensinou algo?
E se tudo o que eu fiz foi o que me trouxe até aqui?
...
E se eu nunca me redimisse?
E se eu já estivesse redimida? "


Recomendo! 


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Sobre nossa sombra e as doenças


"Vivemos em um mundo caracterizado pela dualidade. É o claro e o escuro, o quente e o frio, o Yang e o Yin (princípios do Taoísmo, uma filosofia oriental), a vida e a morte, o Bem e o Mal, o positivo e o negativo, o masculino e o feminino, o gostar e o não gostar, o querer e o não querer. Estamos completamente imersos na dualidade. E sempre nos falta algo, nos sentimos incompletos, imperfeitos, insuficientes. O que será que nos falta? O que é que tanto tentamos compensar com bens materiais, com divertimento, com comida, álcool, drogas, sexo, sem deixar de mencionar tudo que usamos para nos abastecer de provisões narcísicas, como conhecimento, títulos, sensação de poder, honrarias, elogios que nos vêm do outro. Quando nos sentimos aceitos, integrados, nos sentimos bem. Quando o outro nos acolhe, nós nos sentimos amados, nos sentimos maiores, melhores, mais completos. Parece que a separação que existia entre o “Eu” e o “Ele” ou entre o “Nós” e os “Outros” se esvai, se dissipa, deixa de existir. E essa é uma sensação maravilhosa porque temos a sensação que somos uma Unidade.

Essa separação, essa visão que as coisas são duais, é criada pela mente humana. É ela que entende a realidade como dividida em polaridades opostas. Esses dois polos não existem separadamente, um precisa do outro para existir. Eles são opostos e complementares, eles se unem para fazer o todo, o Um, a Unidade.

A Unidade é o que todos buscamos e ela só pode ser obtida pela conjunção dos opostos.

Todos temos uma sombra, que são aqueles aspectos que afastamos o mais possível de nós mesmos; são os aspectos que não desejamos ver, que não queremos reconhecer que existem dentro de nós. Temos muito medo de nossa sombra. Gostaríamos de expurgar essa sombra porque acreditamos que, somente assim, nós e nosso mundo nos tornaremos bons e felizes. Entretanto, acontece justamente o contrário. A sombra contém tudo aquilo que nós e nosso mundo precisamos para chegar à Unidade. Precisamos da nossa sombra para nos integrar. Caso contrário, seremos apenas metades. Metades as-sombra-das o tempo todo. Assombradas pela outra metade.

E o que a sombra tem a ver com a saúde e a doença? Acontece que é a sombra o que nos torna doentes. A sombra nos faz adoecer porque ela é o que está nos faltando.

Vou citar um livro que explica isso muito bem. “Todo sintoma é um aspecto da sombra que se precipitou no corpo físico. É no sintoma que se manifesta aquilo que nos falta… O sintoma usa o corpo como um instrumento para fazer a pessoa tornar-se outra vez um todo…Se uma pessoa se recusa a viver um princípio em sua consciência, esse princípio desce para o nível do corpo e aparece então com sintoma. Dessa maneira, a pessoa é obrigada a viver e, a despeito de tudo, a manifestar o próprio princípio que rejeitou. É assim que o sintoma providencia a totalidade do indivíduo, ele é o substituto físico do que falta à alma.”*

As doenças se manifestam através dos sintomas. Quando somos obrigados a conviver com nossos sintomas, a lidar com eles, a nos perguntar de onde vêm e por que existem, temos a oportunidade de enxergar e reconhecer aquilo que nos falta integrar dentro de nós em nosso caminho em direção à Unidade. E esse é nosso maior propósito. Voltar à Unidade."

Interessante...

Autor: Dra Karen Câmara
Fonte: Fãs da Psicanálise