quinta-feira, 7 de junho de 2012

Alegria sem razão


"Quando a alegria tem uma razão, ela não vai durar muito tempo.
Quando a alegria é sem razão, ela vai estar lá para sempre."

Osho 




quarta-feira, 6 de junho de 2012

Foram os livros....


"Eu poderia ter o mesmo pai, a mesma mãe, ter frequentado o mesmo colégio e tido os mesmos professores,
e seria uma pessoa completamente diferente do que sou se não tivesse lido o que eu li.
Foram os livros que me deram consciência da amplitude dos sentimentos.
Foram os livros que me justificaram como ser humano. Foram os livros que destruíram
um a um meus preconceitos. Foram os livros que me deram vontade de viajar.
Foram os livros que me tornaram mais tolerantes com as diferenças".

Martha Medeiros. 




terça-feira, 5 de junho de 2012

Desistir...


"Desistir.... eu já pensei seriamente nisso, mas nunca me levei realmente a sério.
É que tem mais chão nos meus olhos, do que cansaço nas minhas pernas,
mais esperança nos meus passos, do que tristeza nos meus ombros, 
mais estrada no meu coração, do que medo na minha cabeça".

Cora Coralina. 





segunda-feira, 4 de junho de 2012

O valor de nossos pais


"Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se á posição de gerente de uma grande empresa.
Passou na primeira entrevista e o diretor fez a última entrevista e tomou uma decisão. 
O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até a pesquisa da pós-graduação e não havia ano em que não tivesse pontuado com nota máxima. O diretor perguntou - Tiveste alguma bolsa na escola? O jovem respondeu: - Nenhuma.
O diretor perguntou: - Foi teu pai quem pagou as tuas mensalidades? O jovem respondeu: - O meu pai faleceu  quando eu tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades.
O diretor perguntou: - Onde trabalha a tua mãe? E o jovem respondeu: - A minha mãe lava roupa.

O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas. O diretor perguntou: - Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas? O jovem respondeu: Nunca minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava roupa mais depressa do que eu. 

O diretor disse: Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares, vai e limpa as mãos da tua mãe, e depois vens ver-me amanhã de manhã. O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou em casa pediu feliz á mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e mostrou as mãos ao filho. 

O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpava com água. Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupas todo dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e futuro.
Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restante roupas da mãe. 

Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo. Na manhã seguinte, o jovem foi o gabinete do diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou, diz-me o que fizestes e aprendeste ontem em tua casa? O jovem respondeu: Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram. O diretor pediu: - Por favor diz-me o que sentiste. 

O jovem disse: Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. 
Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar. O diretor disse: - Isto é o que eu procuro em um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como seu único objetivo na vida. Estás contratado. Mas tarde o jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. 


Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vais sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?

Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a relva, por favor deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.
 

Quais são as pessoas que ficaram com as mãos enrugadas por mim?

Lindo texto não acham?

Desconheço o autor. 














domingo, 3 de junho de 2012

Perder dói


"Perder dói! Não adianta dizer NÃO SOFRA; NÃO CHORE;
Só não podemos ficar parados no tempo chorando nossa dor,
diante de nossas perdas."

Lya Luft.





sábado, 2 de junho de 2012

Egoismo e o hábito de insultar os outros


"Devo adverti-lo contra duas doenças infecciosas que atualmente estão fora do controle.
São elas: o egoísmo e o hábito de insultar os outros.
Investigue e examine, então você terá o direito de pronunciar o julgamento. 
Quando realmente fizer isso, você perceberá que o EU superior é melhor servindo os outros
do que criticando-os; Você em breve chegará á conclusão de que existem formas muito mais
úteis de utilizar o pouco tempo que tem aqui nessa vida do que ridicularizando ou elogiando os outros.
Não se preocupe com as falhas ou méritos dos outros. 
Em vez disso, cuide séria e honestamente de suas próprias falhas.
Fomente suas melhores qualidades de forma mais cuidadosa e sincera.
Esse é meu conselho pra você hoje".

Sathya Sai Baba 



sexta-feira, 1 de junho de 2012

A força de dentro


"Porque a força de dentro é maior que todos os ventos contrários".

Caio Fernando Abreu