"O amor é mesmo assim. Quando a gente acha que é uma palavra, descobre que ele é todo o parágrafo. Quando dá isso por certo, entende que é mais: o livro inteiro. E ainda mais: é o leitor e o escritor. E o que nunca foi escrito mas tá na mente de todos. Sem fim nem limite.
Vale para o AMOR com maiúsculas, pelas grandes causas - abstratas, perdidas ou não - e para o amor pequenininho, pessoal, amorzim.
Aqui em casa, a gente discorda sobre política, sobre Bob Marley e Albinoni, sobre viagens, religião e gastronomia; sobre a quantidade de desodorante sob os braços e de sal na comida; torce pra times diferentes, não concorda sobre a hora de acender a primeira luz da casa quando anoitece e sobre qual é a colcha adequada para a estação. E sofre quando o outro está com o controle remoto da TV mão.
Mas viver sem - ou mesmo longe - não é uma opção. Não tem como. Nisso, tamo junto! E, no fim, isso é o que há."
Humberto Gessinger, daqui
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